Modelo vivo, quase vivo, pessoas vivas em fotos (acho que tem uma ali que ja deve ter morrido pq a foto parece de 1920).
Aaaaah o papel, saudades de desenhar no papel, sem ctrl z, sem ctr t, apenas o grafite deslizando e formas surgindo.
Dizia o Avelino (http://ave-lino.blogspot.com.br/), professor da melies, que o traço do artista deve ser leve, decidido e preciso como se fosse o traço da assinatura.
Percebe-se que um artista é experiente quando você vê que um desenho se tornou expressivo e dinâmico sem muito esforço, sintetizando a forma em menos movimentos. Nesse sentido, aquele de 11 min, o ultimo que eu fiz hj, é o único que eu gostei. Os outros não me agradam. Muito trabalho pela frente ainda. Muito o que treinar.
edit:
da pra entender esse negocio de maturidade do traço comparando meus desenhos de 6 min com os de 1 min do avelino. Com 3 ou 4 passadas de lapis ele sugere uma tridimensionalidade consistente, um controle de formas e volumes muito superior.

